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  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
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A forte precipitação, ventos e agitação marítima trazidos pela depressão Leonardo vão continuar sem dar descanso à Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) e às populações das zonas mais afetadas ou em risco.

Como consequência, a Proteção Civil lançou um aviso à população, numa comunicação transmitida pelos canais de televisão e que também pode ser vista na íntegra no site oficial. Nesse alerta, indica as bacias hidrográficas em risco e medidas de precaução a tomar: “A precipitação registada em Portugal Continental nos últimos dias, aliada às descargas efetuadas pelas barragens espanholas, originou um aumento significativo dos caudais na maioria das bacias hidrográficas.”

Para a Bacia do Tejo, estão em alerta:

− Rio Tejo (Zêzere): Os caudais vão manter-se elevados, com tendência de subida;

− Rio Tejo (Nabão): Os caudais vão manter-se elevados;

− Rio Sorraia: Os caudais vão manter-se elevados, com tendência de subida significativa.

Já nas restantes bacias hidrográficas, a ANEPC avisa:

− Rio Minho: Os caudais vão manter-se elevados;
− Rio Lima: Os caudais vão manter-se elevados com tendência de subida;
− Rio Cávado: Os caudais vão manter-se elevados;
− Rio Douro: Os caudais no rio Douro vão manter-se elevados, com tendência de subida;
− Rio Vouga: Poderá ocorrer uma subida de caudais, com tendência de subida;
− Rio Vouga (Águeda): Os caudais vão manter-se elevados, com tendência de subida;
− Rio Mondego: Os caudais vão manter-se elevados, com tendência de subida;
− Rio Lis: Os caudais vão manter-se elevados, com tendência de subida;
− Rio Sado: Os caudais vão manter-se elevados, com tendência de subida;
− Rio Guadiana: Os caudais elevados, com efeitos em Mértola e outras localidades a jusante;
− Ribeiras do Arade: Caudais elevados;
− Ribeiras do Algarve: Poderá ocorrer uma subida significativa de caudais.

Entre várias medidas preventivas apresentadas pela Proteção Civil, destacam-se as seguintes:

– Garanta a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de
inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento
das águas;

– Evite o estacionamento de veículos em zonas historicamente inundáveis;

– Não atravesse zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas
ou veículos para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;

– Retire das zonas normalmente inundáveis animais, equipamentos, veículos e/ou
outros bens para locais seguros;

– Esteja atento às informações da meteorologia, da Agência Portuguesa do
Ambiente e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

Rio Vouga
Rio Mondego
Rio Tejo

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