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A depressão Marta atingiu Portugal continental com particular intensidade entre o dia 7 e a madrugada de 8 de fevereiro de 2026. O vento voltou a fazer-se sentir, mas as rajadas assumiram o verdadeiro protagonismo pelo seu potencial destrutivo: ao contrário do vento médio, estas acelerações súbitas e violentas funcionam como “marteladas” invisíveis sobre as estruturas.

É precisamente esta natureza súbita que as torna perigosas, pois a pressão exercida sobre uma árvore ou um telhado não é constante, mas sim um choque de energia que as fundações e os materiais muitas vezes não conseguem absorver. Embora a maioria das estações tenha registado valores abaixo dos 80 km/h, bastam poucos segundos de uma rajada mais intensa para encontrar o ponto de rutura de infraestruturas já fragilizadas por tempestades anteriores, como a Kristin, transformando objetos soltos em projéteis e provocando quedas de árvores que, no papel, deveriam resistir a ventos moderados.

Embora a maioria das estações tenha permanecido abaixo dos 80 km/h, registaram-se picos isolados de grande intensidade. As previsões mais extremas apontavam para os 120-140 km/h em diversas regiões, mas os dados reais situaram as marcas mais elevadas em pontos específicos: Loulé (Cavalos do Caldeirão) surpreendeu com 129,9 km/h, seguido pela Pampilhosa da Serra (Fajão) com 115,9 km/h e o Cabo da Roca com 112 km/h.

No mapa a seguir, divulgado pelo site MeteoLitoral, poderá confirmar a velocidade máxima registada do vento e onde é que este se fez sentir com mais intensidade. Apesar de o IPMA ter colocado 13 distritos em aviso laranja, a verdade é que o vento fustigou Portugal continental de Norte a Sul na passagem da depressão Marta. Aumentando os estragos que têm vindo a fragilizar as populações.

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