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  • “INEM não sabe onde andam as ambulâncias”, Luís Mendes Cabral, presidente do INEM
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Tânia Laranjo, jornalista da ‘CMTV’, está há 13 dias em reportagem, a cobrir os estragos provocados pelo mau tempo nos diferentes pontos do país. Entre chuvadas, viagens de barco e uma “onda no focinho”, têm sido muitos os diretos realizados pela repórter, alguns deles viralizaram nas redes socias deram lugar a memes. A jornalista reagiu, sabendo rir de si própria e na certeza de que está exatamente onde quer estar.

Num texto divulgado por Tânia Laranjo, a jornalista dá um aplauso especial à equipa que a acompanha.

“Faz hoje 12 dias que o temporal começou. Há 13 dias saí de casa ‘só ali’ para fazer um serviço e voltar à noite. Spoiler: ainda não voltei”, começou por escrever.

“Já tive frio, chuva e fome. Já molhei os pés e os olhos. Já ri em momentos pouco próprios – quando o Afonso me aparece encharcado até aos ossos – e já me emocionei a ouvir histórias de quem perdeu tudo”, confessou.

Tânia revela que chegou a temer pela vida da filha. “Já entrei em modo pânico porque a Francisca não atendia. Já gritei com colegas (desculpem) e já aplaudi de pé esta equipa absolutamente incrível”, acrescentou enternecida.

A jornalista referiu algumas das peripécias vividas em direto nos últimos dias, mas assume rir dos seus erros.

“Já andei de bote, já apareci na televisão com um cabelo que claramente perdeu a batalha contra a água e o vento e já apresentei o Doa a Quem Doer, que, confirmando todas as probabilidades, voltou a ser o programa mais visto do cabo. Também me tornei meme. Sobrevivi. Ri-me dos erros”, declarou.

Por fim, Tânia Laranjo sublinhou o seu orgulho profissional. “E no meio disto tudo, sei uma coisa: estou exatamente onde quero estar. No país real. Com as pessoas reais. As mesmas que, todos os dias, continuam a confiar na ‘CMTV'”, terminou.

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