Frase do dia

  • “Não será por mim que duração da legislatura será interrompida”, António José Seguro
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É um tema sobre o qual muitos se interrogam, o porquê dos nomes escolhidos para as tempestades e depressões, e as causas por detrás das suas nomeações. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) dissipou as dúvidas e, em comunicado, esclareceu um processo coordenado através de várias entidades europeias.

Iniciada a época 2025/26 das tempestades extratropicais na Europa, a 1 de setembro, e efetivando-se esta no grupo Sudeste do velho continente, no qual Portugal se insere, o IPMA explica que a atribuição de nomes para os fenómenos meteorológicos extremos é coordenada entre diferentes entidades responsáveis, distribuídas pelos vários países de cada bloco impactado. No bloco Sudeste, a que este ano se juntou o Servei Meteorològic Nacional, do Principado de Andorra, estão integrados o IPMA, os serviços meteorológicos de Espanha (AEMET), de França (Météo-France), da Bélgica (RMI) e do Luxemburgo (MeteoLux), todos eles inseridos na rede meteorológica europeia (EUMENET).

De modo a facilitar a comunicação clara e precisa entre países e populações, bem como promover uma referência ágil a cada fenómeno para o seu estudo e localização no espaço e no tempo, e ainda divulgar com clarividência a real perceção dos perigos, estes grupos criam sob critérios comuns uma lista de nomes de A a Z para cada temporada.

Esta lista, que pode conferir em baixo, inclui nomes próprios que sejam percetíveis em cada país do bloco e, como se pode verificar, afasta letras iniciais cujos nomes sejam raros ou de difícil pronúncia e interpretação, como as letras Q, U, X e Z.

O IPMA explica também que o “principal parâmetro meteorológico que define a nomeação de uma tempestade é o vento, mas considera-se a nomeação de tempestades com outros parâmetros desde que o seu impacto tenha potencial para ser severo”.

A entidade que regula os serviços meteorológicos nacionais dá ainda nota de que se uma tempestade tropical que se forme no Atlântico e seja nomeada pelo National Hurricane Center (NHC) “sofrer uma transformação nas suas características termodinâmicas tal que se converta numa tempestade extratropical, irá manter o nome original atribuído pelo NHC na comunicação do IPMA e dos restantes serviços meteorológicos europeus”.

Significa isto que, e tendo em conta que atualmente Portugal está a enfrentar a depressão Nils, no caso de uma próxima intempérie atravessar o país, esta será designada por Oriana.

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