Frase do dia

  • “Não será por mim que duração da legislatura será interrompida”, António José Seguro
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Homens estão a cobrar até cerca de R$ 2 000 (aproximadamente 370 euros) para ajudar motoristas alcoolizados a escapar de operações da Lei Seca, oferecendo-se para conduzir ou facilitar a passagem antes da fiscalização. A prática, registada em vídeo e amplamente partilhada nas redes sociais, reacendeu o debate sobre a eficácia das blitzes e os limites legais destas abordagens.

As imagens foram gravadas na Avenida António Carlos Magalhães, uma das principais vias da capital baiana. Nos vídeos, os chamados “facilitadores” aproximam-se dos condutores antes da operação policial e negoceiam valores que, segundo relatos, variam entreos 130 e 370 euros, dependendo da situação do motorista.

Em alguns momentos, é possível ouvir discussões entre os próprios intermediários para decidir quem aborda determinado veículo, o que sugere uma actuação recorrente nas imediações das fiscalizações.

Enquanto isso, no estado do Rio de Janeiro, a Operação Lei Seca tem reforçado o combate a tentativas de fuga com o uso de drones equipados com câmaras de alta definição. A tecnologia permite identificar motoristas que param antes da blitz para trocar de lugar com passageiros, entram em ruas laterais ou realizam manobras irregulares para escapar ao controlo.

Quando a troca de condutor é detectada com indícios de tentativa de evasão, os envolvidos podem ser multados, ter a carta de condução suspensa e, dependendo do caso, responder por outras infrações previstas no Código de Trânsito Brasileiro. Se ficar comprovado que houve tentativa deliberada de frustrar a fiscalização ou entrega do veículo a pessoa não habilitada, a situação pode ganhar enquadramento mais grave.

Pela Lei Seca brasileira, conduzir sob efeito de álcool é infração gravíssima, com multa que ronda os R$ 3 000 (cerca de 550 euros), suspensão da carta por 12 meses e retenção do veículo. Se o teste do balão indicar nível elevado de álcool no sangue, o condutor pode ainda responder criminalmente.

Até ao momento, as autoridades em Salvador não anunciaram medidas específicas contra os chamados facilitadores. A expansão do uso de tecnologia nas blitzes, contudo, demonstra que as forças de segurança procuram fechar o cerco a quem tenta contornar a fiscalização.

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