Frase do dia

  • “Não será por mim que duração da legislatura será interrompida”, António José Seguro
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Um estudo da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, está a dar que falar e não é pouco. A investigação revelou que, em média, cada pessoa liberta cerca de 32 gases por dia, mais do dobro do número que a medicina considerava “normal” até agora.

O dado apanhou os próprios cientistas de surpresa. Durante décadas, o valor de referência rondava os 14 gases diários, mas a nova investigação mostrou que o corpo humano é bem mais ativo do que se pensava.

O estudo, liderado por Brantley Hall, especialista em microbiota intestinal, é inédito porque mediu o fenómeno de forma objetiva e em tempo real. Para isso, os investigadores recorreram a um pequeno sensor colocado na roupa interior de 19 voluntários adultos, que o usaram durante uma semana enquanto seguiam a sua rotina normal. O dispositivo era praticamente impercetível, mas altamente eficaz a registar cada libertação de gases.

Durante o período de observação, os participantes ingeriram alimentos com inulina, uma fibra solúvel e prebiótico natural. O sensor conseguiu detectar um aumento claro da produção de gases após a ingestão, com uma precisão de 94,7%, confirmando que o método funciona mesmo.

Os investigadores sublinham que não existe um número exato universal. Algumas pessoas libertam mais gases, outras menos, e isso depende de vários fatores: alimentação, sensibilidade intestinal, composição da microbiota e características fisiológicas individuais.

Especialistas em saúde digestiva lembram que libertar gases é perfeitamente normal e faz parte do processo de digestão. Alimentos ricos em fibras fermentáveis podem aumentar a produção, tal como a atividade das bactérias “boas” que habitam o intestino.

A próxima fase do estudo vai analisar mais voluntários e comparar o microbioma de pessoas que produzem gases muito acima ou muito abaixo da média. O objetivo é perceber melhor como a dieta, os probióticos e outros hábitos influenciam o funcionamento do intestino. Então se achava que estava acima da média afinal, pode estar perfeitamente dentro dela.

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