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  • “O que fará Trump? Proibir supermercados de comprar vinho espanhol?”, Augusto Santos Silva
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Manuela Aguiar, antiga secretária de Estado do Trabalho, decidiu devolver o cartão de militante do Partido Social Democrata (PSD), manifestando descontentamento com a orientação do partido em matérias de imigração e com a aproximação política ao Chega.

Em declarações a uma rádio de âmbito nacional, a primeira mulher militante do PSD a integrar um executivo explicou que, durante o primeiro governo liderado por Luís Montenegro, “estava completamente aplacada, porque havia uma linha vermelha, o ‘Não é não’.”

No entanto, descreve uma mudança no segundo executivo: “Quando no segundo Governo eu começo a ver as alianças constantes na Assembleia da República entre o PSD e o Chega naquelas questões que eram as últimas em que eu esperava que o PSD alinhasse e ultrapassasse a linha vermelha… Em Portugal, com estas, digamos, fake news e com a criação do que se chamam agora as perceções, criou-se uma percepção completamente errada da imigração”, referiu.

A antiga responsável defende uma visão distinta sobre a realidade migratória: “Não temos imigrantes a mais, temos serviços a menos para legalizar os imigrantes”, considerou, sublinhando que os imigrantes são “absolutamente precisos à nossa economia”.

Embora admita preocupação com redes ilegais, frisou: “Estamos, eventualmente, a negar à nossa imigração as condições de ela ser o que é: uma imigração pacífica, uma imigração útil e uma imigração que nos traz um enriquecimento cultural.”

A ex-secretária de Estado reforçou ainda a coerência da sua posição: “Defendi isto para os portugueses em qualquer país do mundo e defendo isto para os estrangeiros em Portugal”, notou, acrescentando: “Uma pessoa que defende isto e que vê as coisas assim, dificilmente pode estar no PSD e é impossível estar no PSD de hoje.”

Na entrevista, Manuela Aguiar considerou que o PSD atual se afastou do projeto fundacional de Francisco Sá Carneiro, afirmando ser para si “um verdadeiro horror” ouvir dirigentes invocarem o seu nome.

Criticou também declarações do ministro da Presidência, António Leitão Amaro: “É um partido que tem o ministro [da Presidência, António] Leitão Amaro, que diz que com a nova lei da nacionalidade, uma das mais restritivas da Europa, Portugal é mais Portugal. Eu acho que não, que não é mais Portugal, acho que é menos”, criticou.

Nascida em 1942, em Gondomar, Manuela Aguiar licenciou-se em Direito e integrou o Governo de Mota Pinto como secretária de Estado do Trabalho entre 1978 e 1979. Mais tarde assumiu a pasta das Comunidades Portuguesas no executivo liderado por Sá Carneiro.

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