Frase do dia

  • “O caminho voltou a ficar bastante mais estreito devido a estas tempestades”, Joaquim Miranda Sarmento
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A polémica instalou-se quando esta segunda-feira, dia 16, veio a público um contrato estabelecido entre a Secretaria-Geral do Governo (SGG) e a Sport TV, que previa o acesso aos serviços premium do canal desportivo, por parte do executivo de Luís Montenegro, até 2028, sob um custo total de 20 mil euros. Agora, o primeiro-ministro mandou retirar seis dos oito pontos de transmissão inicialmente definidos, reduzindo em boa parte os custos contratuais.

Depois de o Correio da Manhã revelar os detalhes do acordo, celebrado por ajuste direto entre o Governo e a estação televisiva, a ‘vox pop’ (voz do povo) foi unânime e insurgiu-se contra a regalia das personalidades que se sentam nas cadeiras do poder.

Perante a indignação geral, Luís Montenegro decidiu que ‘a bola’ não calha a todos e cancelou a maioria das ligações estabelecidas com a Sport TV, avança o mesmo jornal.

“Tendo tido conhecimento desta prestação de serviço da Sport TV com oito ligações, o gabinete do primeiro-ministro instruiu a Secretaria-Geral do Governo a reduzir as ligações de oito para duas, passando de um custo mensal de 585 euros para 146 euros”, revelou a SGG ao Correio da Manhã.

“Os gabinetes do primeiro-ministro e do ministro dos Assuntos Parlamentares têm acesso a serviço da Sport TV, pelo menos, desde 2017. Este serviço foi renovado através de um contrato celebrado a 23 de dezembro de 2025 pela Secretaria-Geral do Governo e a NOS, preservando as oito ligações preexistentes”, explicou a entidade estatal.

Recorde-se que, no final do último ano, a SGG, liderada por Carlos Costa Neves, assinou um contrato com a emissora, que detém os direitos de transmissão de competições como a Primeira Liga ou a Liga dos Campeões, para adquirir os seus melhores serviços em sete pontos do Palacete de São Bento e um na Assembleia da República. O pacto contratual cobrava 73,16 euros por cada ponto, que perfaziam um total de 585 euros mensais.

O custo de um ano integral de serviço, nestas condições, compreende uma verba de 7023,36 euros. Até ao término do prazo contratual, em 19 de agosto de 2028, o montante total dispendido seria de 20 mil euros.

Neste momento, se tivermos em conta as reduções dos custos, mas também os valores já cobrados referentes a 2025 (1170,56 euros), e se as novas nuances do contrato apenas forem atualizadas a partir de março do corrente ano, o valor final do contrato fica estipulado em 7.891 euros na totalidade do seu período em vigor. Verba que traduz uma poupança de mais de 12 mil euros aos cofres do Estado.

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