Portugal, fevereiro de 1976. O país ainda vive sob a tensão do Processo Revolucionário em Curso quando chega às bancas um semanário de nome provocador: O Diabo.
O jornal, que assinala agora 50 anos de existência, nasce com uma intenção clara — intervir de forma frontal no debate político e quebrar a unanimidade instalada no pós-Revolução. À frente do projeto está Vera Lagoa.