Frase do dia

  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
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O espectro das doenças tropicais está a bater à porta da Europa, e Portugal não é exceção. Um novo estudo científico lança o alerta: a Chikungunya, uma infeção viral debilitante, ameaça tornar-se uma realidade frequente no continente devido ao avanço inexorável das alterações climáticas.

Tradicionalmente confinada a climas tropicais, a doença encontra agora terreno fértil no sul da Europa. A subida das temperaturas globais permitiu que os mosquitos transmissores — que antes sucumbiam ao frio europeu — não só sobrevivam, como permaneçam ativos durante períodos muito mais longos. O que antes era uma barreira natural climática desapareceu, permitindo que o ciclo de transmissão entre insetos e humanos se consolide em geografias anteriormente seguras

Para além das dores articulares incapacitantes, a infeção por Chikungunya manifesta-se tipicamente através de febre súbita, dores de cabeça intensas, fadiga e erupções cutâneas. O vírus pertence à família Togaviridae e é transmitido principalmente pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, este último já detetado em Portugal pelas autoridades de saúde. Embora a maioria dos doentes recupere totalmente, em alguns casos a dor nas articulações pode persistir por meses ou até anos, evoluindo para quadros de artrite crónica que comprometem gravemente a mobilidade e a qualidade de vida.

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