Frase do dia

  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
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A 18.ª Cimeira de Genebra para os Direitos Humanos e a Democracia foi palco de um momento de tensão na passada quarta-feira, 18 de fevereiro quando a jornalista e ativista iraniana Masih Alinejad realizou um protesto simbólico durante a sessão, ao rasgar publicamente imagens do Líder Supremo do Irão, Ali Khamenei. Alinejad aproveitou ainda para dirigir duras críticas ao Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, classificando a organização como uma “anedota triste” devido à sua passividade perante os massacres no Irão.

A ativista questionou abertamente se Guterres tem “medo da República Islâmica”, condenando o facto de a ONU manter diálogos e protocolos diplomáticos com um regime que silencia cidadãos desarmados com balas. Para a jornalista, a aceitação de representantes iranianos em fóruns de direitos humanos é um “estalo na cara” de quem luta pela liberdade no terreno. 

Segundo Alinejad, a comunidade internacional deve abandonar a ideia de negociar com diferentes fações iranianas, uma vez que a vontade do povo passa pelo fim definitivo do regime. A ativista responsabilizou os líderes de Teerão — tanto os atuais como os antigos — por milhares de mortes confirmadas por organizações de direitos humanos e defendeu que o Irão deveria ser tratado pelas potências ocidentais com o mesmo rigor e abordagem aplicados a organizações terroristas internacionais

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