No Jardim Zoológico de Ichikawa, no Japão, a história de Punch, um filhote de macaco de apenas seis meses, tornou-se um fenómeno global de ternura e marketing. Rejeitado pela progenitora logo após o nascimento, o primata encontrou o conforto necessário num inesperado substituto: um orangotango de peluche.
As imagens de Punch agarrado ao brinquedo, transportando-o por todo o recinto, acumulam milhões de visualizações e já saltaram das redes sociais para as estratégias de publicidade. Marcas de retalho e fabricantes de brinquedos aproveitaram a onda de empatia gerada pelo animal para lançar campanhas focadas no “conforto emocional” e na durabilidade dos seus produtos.
Punch is doing his best adjusting to the monkey troop.
— Massimo (@Rainmaker1973) February 15, 2026
pic.twitter.com/sD781hwIj2
A IKEA Portugal partilhou, na sua conta de Instagram, uma imagem a promover um peluche semelhante, com a mensagem “às vezes a família está onde menos esperamos”, disponibilizado por 11,99 euros.
Também a Polícia de Segurança Pública recorreu à história numa publicação nas redes sociais, no âmbito de uma campanha intitulada “Abraços que protegem”, destinada a reforçar a proximidade das autoridades junto da população, sublinhando uma atuação “atenta, próxima e sempre pronta a apoiar”.