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  • “Porque demorou cinco dias a reagir à tragédia?”, José Luís Carneiro, para Luís Montenegro, no debate quinzenal
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São várias as fontes que dão conta da possibilidade de um ataque dos Estados Unidos da América (EUA) ao Irão, que pode acontecer ainda esta semana. Nesse sentido, as forças militares norte-americanas têm operado muitas movimentações que antecedam uma iminente situação de conflito. A Base das Lajes, nos Açores, tem sentido o peso deste contexto, com um avultado número de meios aéreos e humanos a aterrar no arquipélago português, nas últimas horas.

De momento, são 15 os aviões dos EUA estacionados na base militar portuguesa. Entre aeronaves de reabastecimento e de transporte de passageiros e aviões de combate, ao todo são dez Boeing KPC-46, um Boeing C-17 e quatro caças F-16. Ao que tudo indica, terão ainda desembarcado na Ilha da Terceira cerca de 400 militares norte-americanos.

Contactados pela Lusa, os departamentos de Estado e Defesa dos Estados Unidos esclarecem, para sustentar os movimentos nas Lajes, que “o Comando Europeu dos EUA recebe regularmente aeronaves e pessoal militar dos EUA em trânsito, de acordo com os acordos de acesso, base e sobrevoo celebrados com aliados e parceiros”.

“Tendo em conta a segurança operacional dos bens e do pessoal dos EUA, não é possível divulgar mais detalhes, neste momento”, acrescenta o Pentágono na mesma nota.

Fonte do 24Horas nos Açores garante um “movimento anormal de aterragens e descolagens de aviões caça e permanência na pista de aviões bombardeiros”, acrescentando que “há muito pandemónio” e, principalmente, “um barulho ensurdecedor” com os aviões.

A mesma fonte indica ainda que esta é uma situação recorrente em cenários de guerra iminente e que já dura há muitos anos: “Sempre que há conflitos graves entre os EUA e outros países, esta base é o lugar ideal para estarem de prevenção, abastecerem – se e em caso de ataque –, receberem ordem para atacarem…”

À medida que estudam um ataque ao Irão, os EUA negoceiam um acordo nuclear em paralelo. De acordo com a CBS News, Donald Trump ainda não tomou nenhuma decisão final acerca de uma ofensiva norte-americana. O líder da Casa Branca estará a avaliar os impactos de uma possível escalada no conflito internacional.

Comitivas dos dois países estiveram reunidas esta terça-feira, 17, para discutir o programa nuclear de Teerão. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, sublinhou alguns progressos, mas garante que ainda há divergências em diversos pontos. E avisou: “Seria muito sensato se o Irão chegasse a um acordo”.

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