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  • “Porque demorou cinco dias a reagir à tragédia?”, José Luís Carneiro, para Luís Montenegro, no debate quinzenal
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A TVI vai recorrer da condenação do Tribunal Judicial da Comarca de Coimbra por duas reportagens emitidas em maio de 2025 no programa ‘Exclusivo com Sandra Felgueiras’.

As peças acusavam Alexandre Lourenço, ex-presidente da Unidade de Local de Saúde (ULS) de Coimbra, de ter viajado a expensas da indústria farmacêutica enquanto recebia salário público, assim como de ter gastado 60 mil euros na decoração do gabinete.

O tribunal concluiu que as reportagens se basearam em factos falsos e omissões, violando os direitos de personalidade do visado, e ordenou a remoção dos conteúdos, a publicação de um direito de resposta e o pagamento das custas.

A TVI, que contesta a decisão, anunciou em comunicado que vai apresentar recurso. “Lamento o comunicado da TVI. Coloca em causa os tribunais e usa argumentos já usados em tribunal”, contrapõe ao 24Horas Alexandre Lourenço.

Preferindo não prestar mais declarações ao 24Horas, porque “todo este tema é demasiado pesado para mim”, o gestor hospitalar remete mais comentários sobre o desfecho do processo judicial para um post publicado nas redes sociais. Aí escreveu: “A sentença é clara: a TVI ultrapassou os limites. Falhou no rigor, na veracidade e na boa-fé. Fez jornalismo sensacionalista, em horário nobre, com música e imagens manipuladas, repartido por dois dias para maximizar o dano. O tribunal reconheceu tudo isto.” Alexandre Lourenço deixa ainda um desabafo: “Repõe-se a justiça? Formalmente, sim. Na prática, sabemos todos que os objetivos de quem montou este circo mediático foram cumpridos. As reportagens serviram um propósito que ia muito além do jornalismo. Serviram uma agenda. E quem a orquestrou ficará com esta mácula para sempre”.

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