Frase do dia

  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
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Apesar da retórica política norte-americana relativamente a Cuba ser cada dia que passa mais marcada por alguma intransigência com o regime de Havana, fontes cubanas têm vindo a público garantir que, antes da sua entrada na política ativa, Donald Trump chegou a encarar a ilha como um potencial destino de investimento.

Segundo o que o regime cubano tem veiculado ultimamente, em 2008, o atual presidente dos Estados Unidos registou oficialmente a marca “Trump” em Cuba com o objetivo de desenvolver projetos turísticos e imobiliários, incluindo hotéis e campos de golfe. O registo acabaria por ser aprovado em 2010 e manteve-se válido até 2018, isto já depois de Trump ter assumido funções na Casa Branca e de ter reforçado as sanções norte-americanas contra o regime cubano.

Ainda segundo fontes próximas do regime cubano, o interesse pelo mercado daquele país remonta, no entanto, a uma fase anterior. Em 1998, a Trump Hotels & Casino Resorts terá pago cerca de 68 mil dólares a uma empresa de consultoria para realizar uma deslocação exploratória à ilha, numa tentativa de avaliar oportunidades de negócio num contexto ainda marcado pelas restrições do embargo económico imposto pelos Estados Unidos.

Anos mais tarde, em 2013, representantes da Organização Trump voltaram a Cuba para analisar a viabilidade de um projeto turístico associado a um campo de golfe na zona de Monte Bello, junto à Via Blanca, a leste de Havana.

A sequência destes episódios evidencia uma relação marcada por sinais contraditórios entre o discurso político e o histórico empresarial. Se, por um lado, Trump classificou repetidamente Cuba como uma ameaça à segurança nacional dos Estados Unidos, sobretudo em intervenções dirigidas ao eleitorado da Florida, por outro, durante décadas a ilha foi vista no universo empresarial do magnata como um mercado com potencial turístico e imobiliário.

Talvez seja um dado a ter em conta num futuro próximo, quando tudo indica que já existem negociações, a terem lugar no México, entre a administração norte-americana e representantes do regime de Havana, nomeadamente com Alejandro Castro, um dos filhos de Raul Castro, no sentido de encontrar uma solução negociada para o longo diferendo que opõe os dois países.

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