Frase do dia

  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
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Luisão, de 45 anos, tornou pública uma posição crítica sobre a resposta do clube às acusações de racismo que envolveram um dos seus atletas, Prestianni, e que tiveram como protagonista o avançado Vinícius Júnior.

Numa declaração extensa, o antigo capitão do Benfica afirmou não esconder a sua inquietação, considerando que a reação institucional foi de “adesão imediata ao discurso do jogador acusado”, sem, no seu entender, um apuramento aprofundado dos factos.

Luisão descreve o momento como particularmente delicado para a identidade encarnada, classificando a situação como “um outro tipo de crise, muito pior, porque é moral”, e levantando questões sobre o posicionamento da instituição: “Do lado de quem estamos? E, mais importante ainda, do lado em que estamos?”

O ex-jogador de futebol mostrou ainda desconforto com a evocação de Eusébio no debate público, afirmando que “o uso da imagem de Eusébio (…) como um escudo (…) foi no mínimo doloroso”.

Ao recordar o período em que chegou ao clube da Luz, em 2003, o internacional brasileiro sublinhou a dimensão histórica e os valores que diz ter aprendido, defendendo que o Benfica sempre se apresentou como uma instituição de referência. Insiste ainda que o tema ultrapassa rivalidades e centra-se em princípios: “Racismo não é opinião. É uma chaga que precisa de ser combatida com firmeza e responsabilidade.”

A concluir, Luisão expressa esperança de que a instituição mantenha a coerência com a sua história, afirmando esperar “que estejamos à altura da grandeza que sempre nos definiu”.

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