Frase do dia

  • “Não podemos entregar dinheiro a toda a gente só porque levantam o dedo”, Luís Montenegro
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Voltou a ganhar força em Espanha, nos últimos dias, a discussão em torno de um possível regresso de Juan Carlos I ao país, onde viveu a maior parte da sua vida antes de se instalar em Abu Dhabi em 2020, na sequência de escândalos relacionados com a sua vida financeira e polémicas públicas.

A questão ganhou novo fôlego após a recente desclassificação de documentos oficiais sobre a tentativa de golpe de Estado de 23 de fevereiro de 1981, que reforçam o papel do então chefe de Estado na defesa da democracia espanhola naquele episódio histórico.

O líder do principal partido da oposição, Alberto Núñez Feijóo, tem defendido publicamente que Juan Carlos I deveria regressar ao país, considerando que as informações agora tornadas públicas deveriam ser um motivo para “reconciliar os espanhóis com quem travou o golpe”.

No entanto, a Casa Real foi clara ao afirmar que a decisão sobre um eventual retorno cabe unicamente ao próprio rei emérito. Oficiais do Palácio de Zarzuela sublinharam que não existe data definida para o seu regresso que a iniciativa é pessoal.

Em paralelo, fontes ligadas à Casa Real apontam que, caso Juan Carlos I regresse a Espanha de forma permanente, a recuperação da residência fiscal no país poderia ser um passo importante para salvaguardar a imagem tanto do ex‑rei como da própria instituição monárquica, evitando críticas sobre a sua permanência no estrangeiro sem esse vínculo tributário.

Até ao momento, Juan Carlos I não anunciou formalmente planos de voltar a residir em Espanha de forma permanente.

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