Frase do dia

  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
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O general Cartaxo Alves deverá ser o novo Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), uma nomeação consensual entre o governo e o Presidente da República, e que já mereceu o acordo de António José Seguro, na sua qualidade de presidente-eleito. No entanto, no Palácio das Necessidades, onde o ministro Paulo Rangel tem ainda bem presente a violenta altercação que, há ano e meio, manteve com o chefe de Estado-Maior da Força Aérea, a promoção de Cartaxo Alves não deve ter sido propriamente bem-recebida – é que em outubro de 2024, Paulo Rangel protagonizou uma autêntica ‘peixeirada’ no aeródromo militar de Figo Maduro, e que teve por alvo o próprio general Cartaxo Alves.

Rangel, que, em representação do governo, tinha-se dirigido a Figo Maduro para receber as dezenas de portugueses que um avião da Força Aérea acabara de trazer do Líbano, ficou furioso por os militares o impedirem de aceder à pista, deixando-o circunscrito ao interior do aeródromo. Sem estar com meias-medidas e, visivelmente alterado, reagiu contra os militares, chamando-lhes “burros” e “camelos” e dizendo alto e bom som para quem o quis ouvir que “isto com os militares é sempre a mesma merda”.

Não contente com a escandaleira, o ministro logo a seguir recusou ostensivamente cumprimentar o coronel Abel Oliveira, comandante do aeródromo militar, e foi malcriado com Cartaxo Alves, o chefe de Estado-Maior da Força Aérea que, perante a ira do governante, tentou, sem êxito, apaziguar os ânimos: “Perdeu a cabeça e começou a berrar ao general de uma maneira ofensiva”, descreveu então uma fonte citada pela imprensa.

O momento em que, amuado pela Força Aérea não ter permitido o seu acesso à pista de Figo Maduro, Paulo Rangel recusou cumprimentar o comandante do aeródromo, a quem virou ostensivamente as costas

Apesar de numa primeira fase o governo tenha querido desmentir o incidente, as imagens televisivas da escandaleira posteriormente conhecidas, envolvendo o ‘número dois’ de Luís Montenegro e os militares, tiveram ampla repercussão, e geraram reações, tanto a nível dos partidos, como de altas figuras, como foi o caso, por exemplo, do almirante António Silva Ribeiro, ex-chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas,  que escreveu no Expresso que “(…) ao desrespeitar militares em serviço, o ministro enfraquece a sua própria autoridade e compromete a perceção pública sobre a relação entre os líderes políticos e as Forças Armadas”.

Dias mais tarde, na iminência de ser chamado a dar explicações na Assembleia da República, por iniciativa do Chega, o ministro deu o dito por não dito e reconheceu o incidente. Admitiu “um momento de tensão”, embora o tenha descrito como um “protesto veemente” resultante do que ele considerou “um mal-entendido”, garantindo então que a situação tinha ficado sanada. Na altura falou-se que este volte-face de Rangel passou também por um pedido de desculpas particular prestado a Cartaxo Alves, a que foi ‘obrigado’ pela intervenção pessoal próprio do Presidente da República.

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