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  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
  • “O Mercedes pode parar na bomba e nós não e chegamos à frente”, Rui Borges, treinador do Sporting, sobre o jogo com o Arsenal
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A reestruturação das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) vai ter um custo de cerca de 17 milhões de euros, ao longo do mandato de quatro anos de Luís Montenegro. A informação foi avançada pelo Correio da Manhã (CM).

De acordo com o jornal, existem atualmente 37 gestores públicos nas cinco CCDR, incluindo presidentes e vice-presidentes. Só os salários e despesas de representação destes cargos vão ascender a vários milhões de euros por ano.

Com a nova lei, a principal mudança está no aumento do número de vice-presidentes. Se anteriormente cada CCDR podia ter até quatro, o limite foi agora alargado para sete. Foram então nomeados 32 vice-presidentes, que se juntam aos cinco presidentes das comissões regionais.

De acordo com os valores divulgados, o presidente de uma CCDR aufere quase nove mil euros brutos mensais, incluindo despesas de representação. Já os vice-presidentes recebem aproximadamente oito mil euros por mês.

As contas feitas pelo CM indicam que cada presidente representa um custo anual superior a 125 mil euros, o que ultrapassará os 628 mil euros por ano, se somarmos aos cinco cargos. No caso dos 32 vice-presidentes, o encargo anual ronda os 3,6 milhões de euros. Ao fim de quatro anos, o valor total ultrapassará os 14 milhões de euros apenas com vice-presidências, elevando o total do mandato para perto dos 17 milhões.

O CM refere ainda que as nomeações foram feitas pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, e incluem antigos deputados e assessores ligados ao PSD e ao PS, como Jorge Mendes, antigo chefe de gabinete da ministra da saúde, Sofia Carreira, deputada do PSD, Jorge Botelho, deputado do PS, e Pedro Machado, ex-autarca do PS.

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