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  • “Se for culpado (Prestianni), acabou para mim”, José Mourinho
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Emmanuel Macron, de 48 anos, admitiu que a França pode enviar, pela primeira vez, armas nucleares para a Europa. A confirmar-se, trata-se de uma nova doutrina de “dissuasão avançada”, que permitiria uma maior cooperação entre Paris e sete países do Velho Continente, entre os quais Alemanha e Polónia.

“Podemos dar um novo passo na dissuasão da França. Estamos a entrar no caminho daquilo a que chamo dissuasão avançada”, disse Emmanuel Macron, no discurso que fez na base de Île Longue, onde se encontram os submarinos nucleares franceses. De acordo com o presidente, esta cooperação vai permitir “o destacamento temporário de elementos das [nossas] forças aéreas estratégicas para países aliados”.

Segundo o The Financial Times, Emmanuel Macron pretende aumentar o arsenal nuclear do país. Nesta altura, França conta com 300 ogivas nucleares, enquanto a China possui 600, os EUA têm 3 mil e 700 e a Rússia 4 mil e 300.

Com o crescente investimento francês em armas nucleares, Emmanuel Macron acredita que o país pode ajudar na proteção da Europa, tendo já iniciado conversações com a Alemanha, Polónia, Países Baixos, Bélgica, Grécia e Suécia.

Recorde-se que, em 2020, Macron já tinha apelado a outros países europeus que colaborassem com França na dissuasão nuclear. No entanto, a ideia não foi aceite pelos restantes líderes da UE.

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