Frase do dia

  • “Se for culpado (Prestianni), acabou para mim”, José Mourinho
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O início do conflito que envolve os Estados Unidos (EUA), Israel e o Irão voltou a colocar a Base das Lajes no centro do debate público, devido à sua utilização pelos EUA. Com isso, tem sido constante a presença da televisão na Ilha Terceira, Açores, para acompanhar as atividades na Base das Lajes.

Em exclusivo ao 24Horas, Hugo Costeira, especialista em segurança interna, deixou um aviso à comunicação social portuguesa que tem feito vários diretos da Base das Lajes e o perigo que isso pode trazer: “Os órgãos de comunicação social não devem prestar tanta atenção e não devem fazer tantos diretos da atividade operacional da Base das Lajes, porque isso é dar à base das Lajes um protagonismo que não tem. Isso só aumenta o perigo sobre todos aqueles que poderão estar em exercício de funções.”

Estes diretos e toda a atenção que está a ser dada à Base das Lajes pode colocar o local e as pessoas que lá trabalhem em perigo: “Quando falo do fenómeno terrorista estou a falar de atores isolados. Olhando àquilo que aconteceu nos EUA, durante o fim de semana, temos que admitir que algum elemento radicalizado possa olhar para a Base das Lajes como um foco de ataque ao seu país, ou aos seus ideais islâmicos radicais, e achar que é um bom lugar para fazer um atentado terrorista.”

Tal como os EUA e a União Europeia (UE) têm serviços de inteligência, também os iranianos contam com essa ajuda: “É expectável que elementos dos países visados olhem para o fluxo da Base das Lajes e saibam fazer contas e perceber que a partir do momento em que há uma descolagem de determinado equipamento, isso pressupõe que no Oceano Atlântico irá haver determinada atividade, que estão a passar determinados bombardeiros e o grau de alerta sobre as operações militares pode decorrer devido às imagens que saem da base.”

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