Frase do dia

  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
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O Banco Português do Fomento partilhou um vídeo nas redes sociais com o objetivo de celebrar o Dia Internacional da Mulher, que se comemora este domingo, dia 8. O diretor da instituição bancária, Hugo Bragança Monteiro, partilhou a publicação, assumindo que tem orgulho na sua equipa, que teve “a garra e a disrupção” para preparar “um vídeo como este”. No entanto, as imagens parecem não ter agradado a todos e estão a colher várias críticas nas redes sociais.

Nas imagens satíricas, a mulher profissional é representada como “uma presença discreta, mas essencial para o equilíbrio” da vida corporativa. “À primeira vista, é fácil confundi-la com outro membro da espécie homocorporativus. Mas os investigadores mais atentos observaram neste ser complexidades subtis, estratégicas sofisticadas e uma precisão quase cirúrgica na gestão de tarefas”, é referido nas imagens.

A mulher no contexto profissional é considera alguém capaz de “localizar informação crítica em segundos, sem sinais visíveis de stress”, tendo uma postura mais assertiva quando comprada ao homem: “Quando exposta a múltiplos desafios e decisões, a mulher profissional decide. O seu comportamento é simples e aparentemente banal, mas garante resultados superiores e a estabilidade do grupo.”

Mais adiante nas imagens, quando um homem tenta imprimir um documento e uma funcionária observa que a impressora está desligada é ainda referido que a “mulher profissional demonstra um nível extraordinariamente elevado de calma e estabilidade emocional, próprios de espécies muito evoluídas”.

A publicação parece não ter agradado a todos, com as imagens a receberem várias críticas. “Sem comentários”, escreveu uma mulher. O comentário não passou despercebido a Hugo Bragança Monteiro, que rapidamente questionou a intenção do comentário: “Orgulhamo-nos do que fazemos, sem julgamentos de bom ou mau, branco ou preto. Quisemos fazer uma sátira baseada num tema que continuamos a discutir na sociedade, mas que não deveria ter discussão. Envolvemos os nossos colaboradores neste alerta, de forma humorística.”

Outra mulher chamou à atenção para a realidade de Portugal, assumindo que atualmente são as mulheres quem estão em maioria no ensino superior, assumindo, cada vez mais, um papel “determinante em praticamente todos os setores da economia”. A internauta aproveitou, assim, para lançar um desafio ao diretor do Banco Português do Fomento: “Talvez a verdadeira sátira fosse precisamente essa: olhar para os dados e para a realidade do País e perceber o contraste entre esse progresso e certas representações que já não correspondem ao mundo em que vivemos.”

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