Frase do dia

  • “Foi o 1.º de Maio de 1974 que transformou o golpe militar numa revolução em marcha”, Manuel Carvalho da Silva
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Carlos Reis

Adam Smith (1723–1790) foi um economista e filósofo escocês, pioneiro no campo da Economia Política e figura-chave do Iluminismo Escocês. Por...

Adam Smith (1723–1790) foi um economista e filósofo escocês, pioneiro no campo da Economia Política e figura-chave do Iluminismo Escocês.

Por muitos considerado como o “pai da economia” ou o “pai do capitalismo”, ele é sobretudo conhecido por duas obras clássicas: “A Teoria dos Sentimentos Morais” (1759) e “Uma Investigação sobre a Natureza e as Causas da Riqueza das Nações” (1776). Esta última, frequentemente abreviada como ”A Riqueza das Nações” é considerada a sua obra-prima, marcando o início da moderna erudição econômica como um sistema abrangente e uma disciplina académica, de per si.

A Riqueza das Nações, uma obra viria a tornar-se um dos textos fundadores da economia moderna. Duzentos e cinquenta anos depois, o livro permanece hoje uma referência incontornável para compreender a organização das sociedades contemporâneas, em particular nas economias europeias e ocidentais.

Smith recusa-se a explicar a distribuição de riqueza e poder em termos de vontade divina e, em vez disso, recorre a fatores naturais, políticos, sociais, econômicos, legais, ambientais e tecnológicos, bem como às interações entre eles.

A sua obra destaca-se pela sua contribuição para a teoria económica, particularmente na exposição do conceito de vantagem absoluta.

Smith procurou explicar de que forma as nações geram prosperidade. A sua análise centrou-se no funcionamento dos mercados, na divisão do trabalho e no papel do interesse individual como motor da actividade económica. A célebre metáfora da “mão invisível” sintetiza a ideia de que, em determinadas condições, a busca do benefício próprio pode contribuir para resultados benéficos para a colectividade. Esta visão marcou profundamente o desenvolvimento do pensamento liberal e influenciou a forma como os Estados passaram a encarar o comércio, a produção e a regulação económica.

Ao longo dos séculos XIX e XX, muitos dos princípios discutidos por Smith foram incorporados na construção das economias de mercado que hoje caracterizam grande parte do mundo ocidental.

A defesa da concorrência, a importância da produtividade e a valorização da iniciativa individual tornaram-se pilares das políticas económicas e do funcionamento das instituições.

Contudo, a actualidade de A Riqueza das Nações não reside apenas na sua influência histórica. Num contexto marcado pela globalização, pela transformação tecnológica e por novos debates sobre desigualdade e o papel do Estado, o legado de Adam Smith continua a suscitar reflexão. A sua obra recorda que a prosperidade económica resulta de um equilíbrio delicado entre liberdade económica, instituições sólidas e responsabilidade social.

Celebrar os 250 anos deste livro é, por isso, mais do que assinalar uma data editorial. É reconhecer a persistência de um conjunto de ideias que continuam a moldar o debate económico e político das sociedades contemporâneas.

Num mundo que por vezes parece estar virado de pernas para o ar, interessa sempre voltar aos clássicos.