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  • “Acreditem em Portugal”, António José Seguro
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Timothée Chalamet, de 30 anos, está no centro de uma polémica depois de declarações feitas numa conversa pública com Matthew McConaughey e que rapidamente se tornaram virais. As palavras do ator, proferidas durante um evento organizado pela CNN e pela Variety, geraram críticas de artistas, instituições culturais e colegas de profissão.

Durante a conversa, os dois atores discutiam o futuro do cinema e a forma como os estúdios procuram atrair público para as salas. Foi nesse contexto que Chalamet afirmou que prefere trabalhar em projetos que despertem interesse espontâneo do público, mencionando grandes sucessos de bilheteira como exemplos.

Mas foi ao abordar outras áreas artísticas, que o ator fez uma observação que desencadeou a controvérsia. “Não quero trabalhar em ballet ou ópera, coisas em que as pessoas dizem ‘ei, mantenham isto vivo’, mesmo que ninguém já se importe com isso”, afirmou, acrescentando: “Com todo o respeito pelas pessoas do ballet e da ópera.”

Várias instituições culturais responderam publicamente, incluindo organizações como a Royal Opera House, em Londres, e a Metropolitan Opera, em Nova Iorque, que defenderam a relevância histórica e contemporânea destas artes. Uma companhia optou por uma resposta mais descontraída. A Seattle Opera, por exemplo, decidiu transformar a polémica numa ação promocional, lançando um código de desconto chamado ‘TIMOTHEE’ para a ópera ‘Carmen’.

O episódio polémico acontece numa fase decisiva da temporada de prémios em Hollywood. Chalamet está nomeado para o Óscar de Melhor Ator pela interpretação em ‘Marty Supreme’ (2025), mas a controvérsia surge poucos dias antes da cerimónia, marcada para 15 de março (madrugada de dia 16, em Portugal).

De acordo com estimativas da plataforma de previsões Polymarket, o ator deixou de ser o principal favorito na categoria. Michael B. Jordan, nomeado por ‘Pecadores’ (2025), surge agora como o candidato com maiores probabilidades de vencer.

A controvérsia ganhou contornos ainda mais irónicos devido à ligação pessoal do ator ao universo da dança. A mãe de Chalamet, Nicole Flender, foi professora de ballet durante mais de duas décadas e a sua avó, Enid Flender, também trabalhou como bailarina profissional.

O próprio ator já referiu em entrevistas anteriores que passou parte da infância nos bastidores do New York City Ballet, onde familiares trabalhavam, e que essas experiências fizeram parte da sua formação cultural.

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