Frase do dia

  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
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  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
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Construído a partir das canções de Sérgio Godinho, o musical ‘Rita, Põe-te em Guarda’ regressa aos palcos de Lisboa. A reposição, no Auditório Camões, entre 10 e 12 de abril, e no Auditório Carlos Paredes, entre 24 e 26 do mesmo mês, reforça o interesse por produções que cruzam repertórios da música portuguesa com o teatro musical contemporâneo.

A história acompanha quatro mulheres – Rita, Lena, Julieta e Eunice – cujas vidas se cruzam numa Lisboa que pode situar-se entre o início da década de 1970 e um cenário mais contemporâneo. Rita surge como líder das trabalhadoras de uma fábrica têxtil e representa a luta por melhores condições laborais. Já Lena chega à capital com o objetivo de casar com um militante político, Julieta sonha tornar-se fadista e Eunice dedica grande parte da sua vida a cuidar dos outros, colocando frequentemente as necessidades alheias acima das suas.

Ao longo do espetáculo, as histórias destas personagens são usadas para abordar temas que continuam atuais na sociedade portuguesa, como a violência doméstica, as desigualdades sociais, a discriminação associada à identidade de género e a importância do trabalho de cuidado. As canções de Sérgio Godinho funcionam como fio condutor da narrativa, ajudando a dar forma às emoções e conflitos vividos pelas personagens.

Com texto e encenação de Rita Lage e direção musical de Ana Luísa Almeida, o musical reúne um elenco de intérpretes que dão vida às várias personagens da história. A produção procura reinterpretar o repertório de Sérgio Godinho num formato teatral, mostrando como as mensagens presentes nas suas letras – muitas vezes ligadas à liberdade, à justiça social e ao quotidiano – continuam a ter relevância e significado para o público atual.

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