Frase do dia

  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
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  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
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  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
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A peça de alta joalharia utilizada por Hannah St. John, modelo e biomédica, tornou-se o centro das atenções no evento ‘Glamour on the Grid’, que antecedeu o Grande Prémio da Austrália de 2026. A noiva do piloto neozelandês Liam Lawson exibiu o colar ‘La Velocità One’, uma criação exclusiva da marca australiana Martin Rogers que presta homenagem à temporada recorde da modalidade.

A joia distingue-se por reproduzir fielmente os traçados dos 24 circuitos que compõem o calendário oficial da Fórmula 1 para 2026. De acordo com a marca, a produção exigiu entre 250 a 300 horas de trabalho artesanal meticuloso. A peça é composta por mais de mil diamantes cravados manualmente, totalizando aproximadamente 25 quilates, e está avaliada em cerca de 300 mil euros.

Além do valor comercial, o colar é descrito como um símbolo da convergência entre o desporto automóvel e o mercado de luxo. A escolha de Hannah St. John para estrear a peça sublinha a crescente influência mediática das companheiras dos pilotos, que assumem papéis centrais na estratégia de imagem e lifestyle da F1. Juntos desde 2022, o casal é uma das presenças mais mediáticas do paddock, unindo o percurso científico e de moda de St. John à carreira de Lawson na grelha de partida.

Créditos: @hannahstjohn e Metrópoles

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