Frase do dia

  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
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Um novo esquema de burla nas estradas portuguesas está a deixar as autoridades em alerta. Criminosos estão a aproveitar momentos em que os condutores realizam manobras de marcha-atrás para simular acidentes e exigir dinheiro para supostos danos nos veículos.

O porta-voz da Polícia de Segurança Pública (PSP), Sérgio Soares, revelou à CNN Portugal que este tipo de crime registou um crescimento de 78% no último ano em Portugal e que tem atingido sobretudo pessoas idosas e economicamente vulneráveis. Entre janeiro de 2021 e dezembro de 2025, a PSP registou 853 denúncias de burlas com acidentes simulados.

Segundo a PSP, o esquema funciona da seguinte forma: os burlões abordam os condutores logo após uma manobra de marcha-atrás, muitas vezes em parques de estacionamento de grandes superfícies comerciais, zonas comerciais ou locais de trânsito lento, alegando que houve um embate. A vítima é pressionada a entregar dinheiro imediatamente, sem recorrer a seguros ou às autoridades. Em alguns casos, os burlões chegam a apresentar um terminal de pagamento automático (TPA) para cobrar no momento.

A PSP alerta que os burlões criam cenários credíveis, simulando dor física, danos em veículos ou objetos pessoais, e até realizando contactos telefónicos falsos com oficinas ou operadores de telecomunicações para reforçar a fraude. Em certos casos, os suspeitos alegam até atropelamentos, inventando danos físicos ou materiais que normalmente já existiam antes do alegado incidente.

De acordo com a polícia, as vítimas são maioritariamente homens entre os 70 e os 79 anos (40%), seguindo-se os maiores de 80 anos (39%), e são frequentemente coagidos através de intimidação ou manipulação psicológica.

Para evitar cair neste tipo de burla, as autoridades deixam várias orientações:

  • Não efectuar qualquer pagamento imediato, especialmente se a outra parte insistir em não chamar a polícia.
  • Contactar a PSP ou a GNR sempre que houver suspeita de burla ou se alguém tentar resolver o caso fora das vias legais.
  • Exigir sempre a participação formal do acidente, evitando acordos informais sob pressão.
  • Não parar a viatura caso seja seguida por outro veículo ou receba sinais luminosos suspeitos; procurar um local seguro antes de estacionar.
  • Registar informações do suspeito, incluindo características físicas, matrícula e veículo, caso possível.

A PSP sublinha que a melhor forma de se proteger é manter a calma, recusar pagamentos imediatos e recorrer sempre às autoridades competentes.

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