Frase do dia

  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
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  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
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A mítica história do cão de caça do Faraó Amenófis II regressou à atualidade mundial com a inauguração da exposição ‘Soulful Creatures: Animal Mummies in Ancient Egypt’, patente na Bellagio Gallery of Fine Art, em Las Vegas, até 13 de setembro de 2026. A mostra utiliza tecnologias de ponta, como tomografias computorizadas e exames de raio-X, para desvendar os segredos da mumificação animal, conferindo um destaque inédito ao estatuto “quase real” deste fiel companheiro.

Originalmente descoberto no Vale dos Reis (túmulo KV50), junto ao local de repouso do seu mestre, este cão não foi apenas preservado; foi sepultado com honras habitualmente reservadas à elite egípcia. As novas análises agora apresentadas confirmam que o animal foi tratado com resinas de alta qualidade e acompanhado por objetos pessoais – incluindo uma coleira de couro, uma taça de água e um pequeno frasco de perfume –, garantindo, segundo a crença da época, o seu conforto na vida além-túmulo.

Este fenómeno mediático coincide com a recente vaga de descobertas arqueológicas em Luxor, anunciada em março de 2026, que inclui sarcófagos polícromos e papiros raros da 18.ª Dinastia. Para especialistas e visitantes, a múmia deste animal permanece como o testemunho mais antigo e comovente da expressão “o melhor amigo do homem”, elevando a amizade entre espécie à imortalidade faraónica.

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