Frase do dia

  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
Search

A apropriação da marca ‘Presidência’ por parte do ministro Leitão Amaro está a causar um profundo mal-estar, tanto no Palácio de Belém como no Governo, tal como já noticiou o 24Horas. Agora, falamos com João Tocha, consultor de comunicação política, que abordou a polémica a envolver Leitão Amaro.

“Em termos de comunicação tem que haver sempre uma identificação e, portanto, para mim, é uma questão normal que se arranje uma identificação fácil de um titular ou de um órgão, neste caso, por si só, não tem problema nenhum”, explicou o consultor de comunicação política.

No entanto, apesar de ser correto haver uma designação, esta “já é utilizada por um outro órgão de soberania”. E, neste caso, há duas hipóteses: “Ou foi uma utilização involuntária, ou seja, não houve intenção de se apropriar de nada. O outro caso que poderíamos considerar é, se isto foi voluntário e com alguma intenção.”

Na sua opinião, João Tocha não acredita que “nesta altura do campeonato, haja uma intenção, mas se foi voluntário, então temos aqui, uma fricção, uma tensão desnecessária que pode ser criada”.

“A única coisa que há a fazer é o ministro, ou a sua equipa, ou o governo emendarem a mão ou acrescentarem ‘presidência do governo’ ou outra designação qualquer. Foi um lapso. Significa apenas que têm que ter mais cuidado para a próxima vez quando utilizarem este tipo de expressões”, acrescentou João Tocha.

Para concluir, o especialista em comunicação política não esquece a importância que Leitão Amaro tem no Governo e no PSD: “O ministro responsável por isto é um ministro que tem muita força dentro do Governo, que tem muita exposição porque está próximo do primeiro-ministro. Quer no partido, quer no Governo também coordena uma série de pastas. Não é um departamento qualquer, tudo o que ele faz tem que ser para resolver problemas e não para criar problemas, muito menos problemas que são de comunicação.”

Veja as declarações de João Tocha na íntegra:

Recomendado para si