Frase do dia

  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
Search

A localidade de Pias, em Monção, prepara-se para receber mais uma edição daquela que é carinhosamente apelidada como a “feira mais saborosa de Portugal”. Sob o nome audaz de Feira da F0da, o certame celebra o Cordeiro à Moda de Monção, mas é a origem histórica da sua designação que continua a despertar a curiosidade de milhares de visitantes.

O nome peculiar remonta às antigas feiras de gado da região. Segundo a tradição popular, os criadores, pretendendo valorizar os seus rebanhos, davam sal em abundância às ovelhas antes da venda. O consumo de sal obrigava os animais a beber quantidades excessivas de água, deixando-os com uma aparência mais robusta e pesada. Ao chegarem a casa, os compradores descobriam que o volume era apenas água e, ao sentirem-se ludibriados, exclamavam: “Que f0da!”.

O que nasceu como uma expressão de engano transformou-se, séculos depois, num selo de identidade e orgulho local. Atualmente, o termo batiza o prato oficial — cozinhado em alguidar de barro e levado ao forno a lenha — e serve de motor económico para a região. O evento, que alia o rigor gastronómico ao humor minhoto, atrai anualmente turistas nacionais e estrangeiros a Monção.

O evento combina gastronomia com uma componente de animação popular e música tradicional: 

  • Sexta-feira (13 de março):
    • Abertura oficial: O certame arranca com as primeiras provas gastronómicas.
    • Concerto: Atuação do grupo Zecadegas pelas 21:30.
  • Sábado e Domingo (14 e 15 de março):
    • Animação: Grupos de bombos, charangas e música popular itinerante ao longo de todo o dia.
    • Expositores: Venda de vinhos Alvarinho da região, artesanato local e produtos endógenos.
    • Rádio: Transmissão em direto da All Stars Radio durante o evento.

Para facilitar as deslocações, a organização disponibiliza um serviço de táxis em regime de espera na Avenida Central de Pias, garantindo maior conforto e segurança aos visitantes

Recomendado para si