Frase do dia

  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
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Mário Zambujal morreu esta quinta-feira, dia 12, aos 90 anos. Foi uma das figuras mais reconhecidas do jornalismo e da literatura portuguesa contemporânea, tendo construído, ao longo de várias décadas, uma carreira marcada pela versatilidade, pelo humor e por uma escrita de forte marca narrativa.

Formado em Filologia Românica, Zambujal iniciou a sua atividade profissional na imprensa, destacando-se em títulos como Diário Popular, A Capital, O Jornal e Tal&Qual – foi colaborador do 24Horas –, onde desenvolveu trabalho como repórter, cronista e editor. Paralelamente, tornou-se uma presença regular na rádio e na televisão, colaborando com a RTP e outros meios, onde se afirmou como comentador e autor de crónicas de grande popularidade.

Na literatura, alcançou amplo reconhecimento com o romance ‘Crónica dos Bons Malandros’, publicado em 1980, obra que viria a tornar-se um clássico contemporâneo e que foi posteriormente adaptada ao cinema e à televisão. O livro revela a sua capacidade de observar a sociedade portuguesa com ironia e humanidade, traçando retratos vivos de personagens marginais e do quotidiano urbano.

Autor de várias obras de ficção e crónica, Mário Zambujal construiu uma escrita acessível, marcada pelo humor subtil e pelo olhar atento sobre as pequenas histórias da vida portuguesa. A sua trajetória cruza jornalismo, literatura e comentário público, consolidando-o como um dos cronistas mais singulares da cultura portuguesa nas últimas décadas.

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