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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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Uma catástrofe ou um acidente grave costumam acontecer sem chegada anunciada. Podem apanhar os habitantes de surpresa, mas será importante saber para onde ir no caso de a sua segurança estar em risco e ser decretada a evacuação de determinadas áreas. Assim, a Câmara Municipal de Lisboa (CML) resolveu divulgar os 86 pontos de encontro de emergência da cidade.

Estes pontos “asseguram a assistência necessária em situação de emergência e facilitam a coordenação das operações de socorro, permitindo uma atuação célere e eficaz das equipas de emergência”, refere a CML no seu site oficial.

Mas como se chegou a estes pontos? De acordo com a explicação da autarquia, liderada por Carlos Moedas, o resultado surge “de uma análise de riscos, considerando critérios como a exposição a riscos naturais e tecnológicos, a capacidade de acolhimento, a acessibilidade, o estado de conservação do edificado envolvente, assim como outras características da área envolvente”.

Em relação a riscos naturais “foi considerado o comportamento sísmico dos solos, a suscetibilidade a deslizamentos de terras, a perigosidade de inundação por tsunami, o efeito da maré e a vulnerabilidade muito elevada de inundação, o que levou à exclusão de toda a frente ribeirinha e da Praça de Espanha”.

Os riscos tecnológicos levaram ainda à exclusão de áreas próximas de locais “com risco de explosão, derrame ou eletrocussão por queda de cabos, nomeadamente locais de armazenamento ou transporte de matérias perigosas, gasodutos, linhas de alta tensão e catenárias (linha ferroviária)”.

Áreas coincidentes com estruturas de apoio prioritárias, como postos de comando e bases de apoio logístico do Regimento de Sapadores Bombeiros ou hospitais de campanha, também foram excluídos.

Veja abaixo o mapa disponibilizado pela CML e saiba quais os 86 locais para onde se pode dirigir, em caso de emergência.

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