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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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Héctor Mário Ferreira Domingues, de 52 anos, é um dos quatro luso-venezuelanos que são presos políticos na Venezuela. Mesmo depois dos Estados Unidos (EUA) terem capturado Nicolás Maduro – dia 3 de janeiro –, os portugueses continuam sem ser libertados.

O 24Horas falou com Mariela Ferreira Domingues, irmã de Héctor Domingues, que explicou a situação do empresário: “No dia 9 de setembro de 2022, um grupo de homens armados de uma polícia especial da Venezuela, vestida de preto, chegaram à nossa empresa e, sem ter uma ordem judicial, levaram detido o meu irmão porque diziam que tínhamos feito vendas para uma companhia da Colômbia”, começou por explicar.

O regime venezuelano condenou Héctor Ferreira Domingues a 18 anos de prisão: “Está detido até ao dia de hoje. O processo teve um fim e foi condenado porque as provas que nós apresentamos não tiveram qualquer valor, segundo a juíza, condenaram-no a 18 anos de prisão.”

Mesmo com a captura do ex-líder da Venezuela, e com a promessa de libertar os presos políticos, o empresário luso-venezuelano ainda continua atrás das grades e sem previsão de sair: “O governo disse que, aos poucos, ia soltar os presos políticos com a aprovação da lei da amnistia. Nós solicitámos a amnistia e o governo tinha que decidir dentro de 15 dias. Mas passou esse tempo e não obtivemos resposta.”

A família do empresário desconfia que a detenção do irmão foi apenas uma forma de controlar a empresa: “Nós somos inocentes. Desde o dia 9 de setembro, quando levaram o meu irmão, tomaram o prédio da empresa, da fábrica e da outra companhia que estava no mesmo prédio e que pertence à nossa família. O governo está lá dentro a trabalhar. Foi um roubo. Não têm autorização para trabalhar lá.”

Mariela Domingues revelou ainda ao 24Horas que o irmão “está magro agora” até porque “a alimentação na prisão não é boa”.

As condições da prisão, que se situa a cerca de uma hora de Caracas, também deixam muito a desejar: “Ele está num espaço com cinco pessoas, dormem todos juntos. É um espaço muito reduzido, com condições muito precárias. A comida que lhe dão é uma comida muito fraca, muito má. Nem sempre há luz, nem água. A limpeza do lugar também não é a melhor.”

A família apenas pode levar comida a Héctor a cada 15 dias e, mesmo quando o fazem, o empresário corre sempre o risco que os guardas da prisão a roubem: “As pessoas que cuidam dos presos também abusam deles, roubam-lhes comida… é uma uma situação um pouco complicada”.

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