Frase do dia

  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
  • “Se cada míssil custa 50 milhões, porque é que, em vez de lançar mísseis, não levamos 50 milhões em arroz e educação para África?”, Matias Almeyda, treinador do Sevilha
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O presidente brasileiro, Luiz Inácio ‘Lula’ da Silva não deixou sem resposta o desafio do prefeito do Rio de Janeiro no sentido de que o chefe de Estado faça incluir o Ozempic na rede pública do sistema de saúde brasileiro.

Lula enfatizou que “o remédio não é um prêmio para quem é relaxado” e que deve ser utilizado por necessidades de saúde dos utentes: “Somos obrigados a orientar as pessoas a comer comida saudável. Você não pode dar de presente uma injeção para as pessoas emagrecerem se a pessoa quer comer quatro rabadas por dia, três feijoadas e um quilo de torresmo”.

Lula explicou ainda a Eduardo Paes, prefeito do Rio, que os medicamentos não devem ser tratados como se fossem uma solução automática para a perda de peso: “Por que que as pessoas não andam meia hora todo dia? Por que que não caminham? Por que que não fazem ginástica? As pessoas têm que aprender a tirar a bunda da cadeira e andar um pouco”, concluiu o presidente brasileiro.

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