Frase do dia

  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
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Rui Gomes da Silva

Se - numa frase sempre repetida e usada, entre outros, por Agustina Bessa Luís - “longos dias têm cem anos”,...

Se – numa frase sempre repetida e usada, entre outros, por Agustina Bessa Luís – “longos dias têm cem anos”, parece que os primeiros tempos do novo Presidente da República em Belém, apesar da tentativa do mesmo para serenar os ânimos, não vão muito de feição para os que, no seu partido de origem, sempre invocaram a “moral republicana” para tentar estabelecer uma diferença que (sempre o soubemos) nunca existiu para qualquer outra força política.

Antes pelo contrário!

Já não bastavam os exemplos de um ex-primeiro-ministro do PS, que tenta – tudo e por tudo – para não ser julgado… “vá lá saber-se porquê”…

Não bastam , agora, os “casos e casinhos” por esse País fora – com que, por exemplo, ainda ontem, fomos surpreendidos – a atrapalhar o discurso de “mãos limpas” que Belém poderia querer renovar…

Não bastaria o novo “caso” da pensão de reforma – digna de um verdadeiro “marajá” – do ex Governador do Banco de Portugal, ex Ministro do PS, e possível candidato a Belém e, com esta pensão, um nunca mais candidato a nada.

Vem agora Ferro Rodrigues, ex-MES (deviam, os mais novos, ir saber o que foi, para não se equivocarem sobre o que os seus membros nunca terão deixado de pensar), ex-ministro do PS, ex-líder do PS, ex-presidente da Assembleia da República… afirmar – com a “elevação” que, sempre lhe reconhecemos – e cito… “Não pode haver gente do Chega no Tribunal Constitucional…”!!!

Ou seja, os democratas sem limites tem os limites que acharem bem para não serem afastados dos cargos, mesmo que isso não coincida com a vontade popular!

Os tolerantes de ontem são, hoje, os reis da intolerância, face a quem fica à frente deles, em termos eleitorais!

E – com isso – a recusa, frontal ou velada, de aceitarem reduzir-se à sua dimensão atual.

Ora, só com base nessa “moral republicana” (tão grata a Manuel Alegre)… “moral republicana” na sua nova versão “olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço”!

Comportamentos de “democratas” nas palavras, mas sem respeito pelo voto, quando o povo caminha no sentido do que não gostam ou ao que se opõem.

Só essa falta de sentido democrático poderá explicar a declaração de Ferro Rodrigues!

Só essa falta de sentido democrático poderá explicar a (anunciada) recusa de José Luís Carneiro em ir atrás de André Ventura numa qualquer lista da AR para os órgãos externos… apesar de os votos das últimas eleições assim o terem ditado.

Só essa “moral republicana” poderá impedir o Presidente da República de dizer (hoje e amanhã), aos líderes de todos partidos políticos com assento no Parlamento, quando os receber, pela primeira vez, em Belém, a coisa mais evidente: que tenham juízo e que a regra a aplicar, nas tais eleições, deverá ser a do método de hondt, de cada representação partidária, na organização das diferentes listas.

A não ser que o método de hondt já não seja o que era… para essa “moral republicana”… quando os seus autores não são os primeiros!

Ou será que a tal “moral republicana” terá voltado a atacar???