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  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
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José Paulo Fafe

O Mário Assis Ferreira, que ontem, através da Santa Casa da Misericórdia e do seu presidente da Câmara, Cascais teve...

O Mário Assis Ferreira, que ontem, através da Santa Casa da Misericórdia e do seu presidente da Câmara, Cascais teve a oportunidade de homenagear, é uma daquelas pessoas especiais com quem temos a sorte de nos cruzar na vida, tal o sinónimo e exemplo de visão, bom-gosto, genialidade e grande capacidade de execução, que sempre foi.

Nos quarenta e tantos anos em que esteve à frente da Estoril-Sol, o Mário Assis Ferreira teve o talento e a arte de mostrar que um casino era muito mais do que jogo, do que um pano verde e uma roleta, do que umas fichas ou uma ‘slot machine’ – podia (e devia…) ser também o quadro, a escultura, a peça de teatro, o livro, o espetáculo musical, todas as manifestações possíveis e imaginárias na área da Cultura que um casino, no seu entender, podia (e devia, também…) albergar.

O Mário ensinou-nos, com uma elegância própria de quem tem da vida uma noção lúdica e ousada, que o sonho é parte essencial da arte de gerir, que o impossível é algo que está ali à mão, bastando para isso ‘apenas’ conjugar sonho, vontade, determinação e trabalho.

Sejamos claros: o Mário, que nunca foi de ‘se ficar’, protagonizou aquilo que, sem favor ou exagero, podemos chamar, na verdadeira aceção do termo, uma autêntica ‘revolução cultural’, tais os estilhaços que conseguiu provocar num espaço e numa lógica até aí estática, apenas virada para o puro e frio lucro – e sabendo mostrar que um casino podia afirmar-se como uma magnífica vitrine e palco do melhor que se fazia no mundo em matéria de Cultura e entretenimento.

E como o fez! Com grandiosidade a rimar com qualidade; com um irrequieto atrevimento a ‘casar’ com o requinte que lhe é peculiar; e com aquela notável capacidade de surpreender pela positiva que só os ‘eleitos’ possuem.

Não é só Cascais que deve muito ao Mário Assis Ferreira. Deve o País, devemos todos e cada um de nós. Obrigado, Mário!