Frase do dia

  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
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O empresário Fábio Luís Lula da Silva, de 51 anos, conhecido como Lulinha, abriu uma empresa em Espanha, no início de 2026, numa altura em que decorrem investigações relacionadas com alegadas fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social.

A empresa, denominada Synapta, foi registada, em Madrid, com capital social mínimo e uma atividade descrita como genérica, ligada à área tecnológica, incluindo consultoria e soluções digitais.

Até ao momento, não há indícios de atividade operacional relevante. O endereço fiscal coincide com o de um escritório especializado na abertura de empresas para investidores estrangeiros, uma prática legal e comum no país.

Lulinha surge como administrador único da sociedade, que é classificada como “empresa de gaveta” – designação atribuída a estruturas formalmente criadas, mas sem funcionamento efetivo.

A criação da empresa ocorre em paralelo com investigações que apuram um alegado esquema de fraude no sistema de pensões brasileiro, envolvendo possíveis desvios milionários. O nome do empresário foi citado no âmbito das apurações, o que levou à quebra de sigilos bancário e fiscal, entretanto suspensa por decisão judicial.

As autoridades investigam ainda movimentações financeiras consideradas atípicas nos últimos anos. Há também a indicação de que a permanência no estrangeiro poderá dificultar eventuais diligências judiciais.

A defesa de Lulinha afirma que a empresa foi criada dentro da legalidade e destina-se a projetos futuros, rejeitando qualquer ligação com as investigações em curso.

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