Frase do dia

  • “Aos 16 anos, os jovens já sabem que querem mudar de sexo”, Miguel Sousa Tavares
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O grupo IAG (International Airlines Group), detentor da British Airways e da Iberia, estará a ponderar o abandono da corrida à privatização da TAP Air Portugal. Segundo avançou a Bloomberg esta sexta-feira, dia 20, a decisão prende-se com a estratégia do Governo português de alienar apenas uma participação minoritária (até 49,9%), modelo que não se enquadra nas ambições de controlo do grupo liderado por Luis Gallego.

Fontes próximas do processo indicam que a IAG exige um “caminho claro para a propriedade total ou maioritária”, tal como reiterado pelo CFO Nicholas Cadbury em dezembro. Recorde-se que o caderno de encargos de Lisboa impõe a manutenção do hub na capital e a proteção de rotas estratégicas. Embora a IAG possa ainda apresentar uma proposta não vinculativa até ao prazo de 2 de abril, a probabilidade de um acordo efetivo diminuiu drasticamente.

Este impasse surge após o fracasso da IAG na compra da Air Europa, em 2024, devido a entraves regulatórios. Caso a desistência se confirme, restam na corrida a Lufthansa e a Air France-KLM. A saída de um dos três grandes colossos europeus reduz a pressão competitiva sobre um ativo valorizado pelas suas ligações privilegiadas ao Brasil, África e América do Norte, numa altura em que o Estado procura captar investimento sem abdicar do controlo estratégico.

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