Frase do dia

  • “Foi o melhor jogo da minha vida”, Luis Enrique, depois do 5-4 no PSG-Bayern
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José Paulo Fafe

Tenho acompanhado, à distância e com as preocupações sanitárias que o caso aconselha, o longo ‘folhetim’ envolvendo um vereador do...

Tenho acompanhado, à distância e com as preocupações sanitárias que o caso aconselha, o longo ‘folhetim’ envolvendo um vereador do Chega na câmara de Lisboa, a sua namorada e – é preciso lembrá-lo… – o edil lisboeta, como sempre pressuroso e lesto em dar às de vila diogo, sempre que as coisas apertam e o atingem.

 

Convém lembrar, no entanto, como tudo aquilo começou – e porque começou. A resposta invariavelmente tem um nome, o de Carlos Moedas. Foi ele, esse paradigma de uma certa chica-espertice, que, ao arrepio da lei, e necessitando do voto do vereador do Chega para aprovar o seu orçamento, nomeou quem com este compartilhava cama e lençol, sem se importar que a criatura em causa não tivesse competências (o edil deve preferir o termo ‘skills’, imagino…), formação, ou sequer obedecesse ao que os estatutos da entidade para que foi nomeada exigem.

 

O resto já todos sabemos. Uma reportagem televisiva veio confirmar o que se falava à boca-pequena – a ‘piquena’ era aquilo que vulgarmente se chama de impostora, e tal como se comentava, capaz de tudo – desde alugar casas ilegais a imigrantes em situação precária, a fazer-se passar pelo que não é, e até, isto viemos a perceber mais tarde, capaz de gravar conversas privadas.

 

Mas o melhor ainda estava para vir, quando a ‘moça’, após ter sido forçada a largar o lugar a que Moedas e o seu namorado a tinham alcandorado, teve uma espécie de tombo espiritual e, não baixando nela o espírito divino, mas sim, pasmem-se (!), alegadas preocupações de cariz ético, veio a público garantir-nos que continuará “fiel aos valores” que sempre nortearam a sua ação. Quais? Lê-se e não se acredita, relê-se e hesitamos entre rir ou chorar: “responsabilidade, integridade e compromisso com as pessoas” …

 

Este exemplo de descaramento e a desfaçatez que imperam na autarquia do engº Moedas leva-nos a acreditar que, mais dia, menos dia, ainda vamos ouvir aquela volumosa criatura que recentemente foi ‘de gancho’, e que também é assim uma espécie de ‘namoradinho’ – mas do regime, tal a panóplia e diversidade de ‘senhores’ a quem serviu ao longo dos anos – vir justificar-se ter metido a mão na massa nas decorações natalícias apenas e só por devoção e compromisso espiritual com Deus, Maria e os Santos, e com o propósito de fortalecer a fé e aproximar-se da vontade divina. Amen…