Monte Carlo voltou a ser palco de uma das noites mais emblemáticas do calendário social europeu com a realização de mais uma edição do Baile da Rosa, este ano marcada por um simbolismo especial e por uma forte dimensão internacional.
A gala, que celebrou a sua 70.ª edição, reuniu cerca de 800 convidados na Salle des Étoiles, sob o alto patrocínio do príncipe Alberto II e a habitual liderança da família Grimaldi. Criado em 1954 por Grace Kelly, o evento mantém uma forte vertente solidária, com receitas destinadas à Fundação Princesa Grace, dedicada a causas sociais e humanitárias. 
A edição de 2026 destacou-se pela temática “galáctica”, concebida pelo designer Christian Louboutin, que transformou o espaço num ambiente inspirado no universo e no imaginário espacial, reforçando o caráter cénico e artístico da noite. 
Entre os momentos mais comentados esteve a presença da princesa japonesa Akiko de Mikasa, convidada especial que participou na gala como uma verdadeira “Grimaldi”. A sua presença, pouco habitual, trouxe uma dimensão diplomática à noite, num contexto de celebração dos laços culturais entre o Mónaco e o Japão. 
Mas foi Charlene de Mónaco quem voltou a captar atenções, surgindo como uma das grandes protagonistas da noite. A princesa reafirmou o seu estatuto de ícone de elegância, num evento onde a moda e o glamour continuam a desempenhar um papel central.
Entre tradição, luxo e filantropia, o Baile da Rosa voltou a afirmar-se como um símbolo do estilo de vida monegasco e uma montra internacional da alta sociedade, num equilíbrio entre espetáculo e compromisso social que perdura há sete décadas.
