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  • “Não gostava que o Sporting fosse campeão europeu”, José Mourinho
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O Bank of America alerta para o impacto crescente que um choque prolongado no preço do petróleo poderá ter sobre a economia global, sobretudo num cenário em que o barril ultrapasse os 100 dólares durante vários meses.

De acordo com a análise do banco norte-americano, aumentos moderados do preço do crude tendem a produzir efeitos relativamente lineares e previsíveis, tanto na inflação como no crescimento económico. Nestes casos, uma subida de 10% no petróleo poderá traduzir-se num aumento de cerca de 0,1 pontos percentuais na inflação e numa redução semelhante do PIB, impactos considerados geríveis pelas autoridades monetárias.

No entanto, o cenário altera-se significativamente quando os preços se mantêm acima dos 100 dólares por barril durante mais de seis meses. Nessa situação, os efeitos tornam-se não lineares, ou seja, mais intensos e difíceis de conter. O banco estima que o impacto negativo no crescimento económico poderá mais do que duplicar, refletindo o peso crescente dos custos energéticos sobre empresas e consumidores, bem como a erosão do rendimento disponível.

Ao nível da inflação, embora o impacto inicial se mantenha semelhante no curto prazo, existe o risco de um efeito mais persistente caso as expectativas inflacionistas se consolidem. Isso poderá levar a uma maior rigidez dos preços e dificultar o regresso a níveis de inflação mais baixos.

Neste contexto, o Federal Reserve deverá adotar uma postura cautelosa. Segundo o Bank of America, a autoridade monetária norte-americana tenderá a manter as taxas de juro elevadas por mais tempo, adiando eventuais cortes, sobretudo se o aumento dos preços energéticos se prolongar e contaminar as expectativas de inflação.

O banco sublinha ainda que o petróleo continua a ser o principal canal de transmissão de tensões geopolíticas — como o atual conflito no Médio Oriente — para a economia global. Um choque energético prolongado poderá, assim, travar a recuperação económica, aumentar a volatilidade dos mercados e limitar a margem de manobra das políticas económicas nos próximos meses.

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