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  • “Não gostava que o Sporting fosse campeão europeu”, José Mourinho
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Parece que os bancos no Brasil não estão a atravessar um bom momento – a cada dia, surge uma nova história. Desta vez, um ataque informático resultou no desvio de cerca de 100 milhões de reais (aproximadamente 18 milhões de euros), envolvendo o BTG Pactual, que acabou por suspender temporariamente operações com o sistema Pix como medida de segurança.

O Pix é um sistema de pagamentos instantâneos criado pelo Banco Central do Brasil, que permite transferir dinheiro em segundos, 24 horas por dia, incluindo fins de semana e feriados. Funciona através de “chaves” associadas a uma conta bancária – como número de telemóvel, e-mail ou CPF – e tornou-se uma das formas mais populares de pagamento no Brasil.

Segundo as informações mais recentes, o ataque foi detetado após o banco identificar atividades consideradas anormais no sistema de transferências. Como resposta imediata, o BTG suspendeu as operações via Pix para evitar novos movimentos suspeitos.

A instituição garante que não houve acesso direto às contas dos clientes nem fuga de dados pessoais. Parte significativa do dinheiro já terá sido recuperada, embora uma parcela ainda esteja a ser rastreada pelas autoridades.

Há ainda suspeitas de que o ataque possa estar ligado a grupos especializados em crimes digitais, o que reforça a preocupação com a crescente sofisticação deste tipo de fraude no sistema financeiro.

Apesar de ser um sistema brasileiro, o Pix já começa a ganhar espaço fora do país. Em Portugal, alguns estabelecimentos – sobretudo em zonas com forte presença de brasileiros – já aceitam este meio de pagamento, facilitando transações rápidas e diretas.

O caso volta a levantar dúvidas sobre a segurança do sistema financeiro digital no Brasil, numa altura em que ataques deste tipo se tornam cada vez mais frequentes e complexos.

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