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  • “O Irão deve aceitar um acordo antes que seja tarde demais”, Donald Trump
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A Marinha Portuguesa assinalou hoje, 25 de março de 2026, o início do processo de desarmamento para abate do Navio da República Portuguesa António Enes. Após quase 55 anos de serviço ininterrupto, a última corveta da classe João Coutinho encerra um capítulo fundamental na história naval contemporânea, marcado por missões de soberania e uma profunda ligação humana.

Lançada à água em 1969 e integrada na Armada em 1971, a “CORENES” foi escola e casa para milhares de militares. Contudo, o seu legado fica também indelevelmente marcado pela tragédia de 10 de março de 1987. Recentemente, a Marinha homenageou no Porto da Horta os seis militares que perderam a vida e os 11 feridos resultantes de uma explosão a bordo, ocorrida quando o navio se preparava para atracar no Faial. Este acidente permanece como um dos momentos mais dolorosos da história da unidade, simbolizando o sacrifício daqueles que servem Portugal no mar.

O desarmamento de hoje é acompanhado por um sentido agradecimento a todas as guarnições que, ao longo de décadas, cuidaram do navio e garantiram a sua operacionalidade muito além da vida útil prevista. Com o abate da António Enes, a Marinha prossegue a sua modernização, mas preserva a memória de um navio que, entre tempestades e missões cumpridas, honrou o pavilhão nacional durante mais de meio século.

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