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  • “O Irão deve aceitar um acordo antes que seja tarde demais”, Donald Trump
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A Alemanha está a reforçar a cooperação energética com Angola, apostando no gás natural e, sobretudo, no desenvolvimento de hidrogénio verde, num movimento estratégico para diversificar as suas fontes de abastecimento e acelerar a transição energética.

No centro desta parceria está o potencial angolano para a produção e exportação de hidrogénio verde, considerado um dos pilares futuros da energia limpa. Foram já estabelecidos acordos entre os dois países com vista à criação de uma cadeia de valor orientada para a exportação deste recurso para a Europa.

Paralelamente, o setor dos combustíveis fósseis mantém um peso significativo na relação bilateral. Cerca de 98,5% das exportações angolanas para a Alemanha correspondem a petróleo e gás natural, confirmando a centralidade da energia no comércio entre os dois países.

A cooperação estende-se também ao plano industrial, com empresas alemãs a manifestarem interesse em investir em projetos de energias renováveis em Angola. O objetivo é duplo: contribuir para a descarbonização da economia alemã e apoiar a diversificação económica angolana.

O aprofundamento das relações tem sido impulsionado por reformas internas em Angola e por uma diplomacia ativa, traduzida em visitas oficiais e acordos de cooperação. Este reforço estratégico surge ainda no contexto da necessidade alemã de reduzir a dependência do gás russo, levando Berlim a procurar novos parceiros energéticos, nomeadamente em África.

Recorde-se que Angola é o segundo maior produtor de gás natural na África subsariana, impulsionando a sua estratégia de diversificação energética e industrialização com o início da produção no campo de Quiluma, o primeiro projeto de gás não associado do país. Luanda aposta na exportação e no aumento do consumo interno, visando reduzir a dependência do petróleo

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