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  • “O Irão deve aceitar um acordo antes que seja tarde demais”, Donald Trump
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O Ministério Público deduziu acusação contra quatro militares da Guarda Nacional Republicana (GNR), esta quinta-feira, dia 26, pela alegada prática de vários crimes, entre os quais três de sequestro agravado, um de abuso de poder e um de injúria agravada.

De acordo com o comunicado, uma das arguidas responde ainda por um crime de falsificação de documento e outro de denúncia caluniosa, enquanto um dos restantes arguidos está também acusado de um crime de coação.

O inquérito teve origem em incidentes ocorridos na madrugada de 11 de abril de 2024, em Palmela, que envolveram os militares e três menores.

O caso, à data noticiado pelo JN, os jovens terão abandonado, sem autorização, a associação Centro Jovem Tejo. Depois de localizados pelos militares, e em vez de serem reconduzidos à instituição, terão sido alegadamente obrigados a encostar-se a um muro, com as mãos apoiadas numa vedação, sendo depois agredidos com bofetadas, socos, pontapés e bastonadas.

Segundo o Ministério Público, os factos em investigação terão ocorrido no exercício de funções dos arguidos, circunstância que agrava a sua gravidade. Nesse sentido, a entidade decidiu avançar com medidas adicionais, considerando existir “forte perigo de continuação da atividade criminosa”.

Perante este enquadramento, o Ministério Público promoveu, junto do juiz de instrução criminal, a suspensão do exercício de funções dos quatro militares, sublinhando o “intenso alarme social e sentimento de insegurança que tais comportamentos, praticados por elementos das forças policiais, geraram e geram na comunidade”.

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