Frase do dia

  • “Paulinho é muito inteligente. Mas é preciso ter sorte para encontrar o seu lugar”, Roberto Martínez
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Uma jovem norte-americana de 20 anos, Kaley, venceu em tribunal uma ação contra a Meta, empresa responsável pelo Facebook e Instagram, e contra o YouTube, depois de alegar que desenvolveu dependência das redes sociais desde a infância e sofreu consequências graves na sua saúde mental.

O júri, na Califórnia, determinou que as empresas devem pagar cerca de três milhões de dólares (aproximadamente 2,6 milhões de euros) de indemnização. Durante o processo, a jovem argumentou que as plataformas “foram concebidas para prender os utilizadores desde muito cedo”, contribuindo para um uso excessivo ao longo de vários anos.

Segundo os factos apresentados em tribunal, Kaley começou a utilizar o YouTube aos 6 anos e o Instagram aos 9. A equipa de advogados defendeu que funcionalidades como recomendações automáticas de conteúdos, notificações frequentes e feeds infinitos incentivam comportamentos compulsivos, afirmando que estas ferramentas “não são neutras” e que foram desenhadas para aumentar o tempo de permanência online, sobretudo entre menores.

As empresas contestaram as acusações e rejeitaram a existência de uma relação direta entre o funcionamento das plataformas e os problemas psicológicos da jovem. A defesa sustentou que “não há provas de causalidade direta” entre o uso das redes sociais e os danos alegados. Ainda assim, o júri concluiu que existiu negligência na forma como os serviços foram disponibilizados a utilizadores mais novos. O processo incluía inicialmente também o TikTok e o Snapchat, mas estas plataformas chegaram a acordo com a autora antes da decisão final.

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