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  • “O Irão deve aceitar um acordo antes que seja tarde demais”, Donald Trump
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O Instituto Nacional de Estatística (INE) confirma que Portugal teve um excedente orçamental de 0,7% do PIB em 2025 – valor melhor do que o governo de Luís Montenegro tinha previsto, 0,3%.

Este valor traduz que o Estado Português recebeu mais dinheiro do que gastou no ano de 2025. Um dos vários fatores que contribuíram para este cenário foi o crescimento das receitas do Estado, ou seja, os impostos e contribuições sociais.

Para o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, este valor representa “uma grande vitória de Portugal” e um “resultado histórico”, que, todavia, não convence os partidos da oposição.

Numa conferência de imprensa dada durante esta quinta-feira, dia 26, o responsável congratulou-se pelo anúncio do INE. “Este resultado não é apenas muito positivo. É um resultado que contraria, de forma inequívoca, a narrativa dominante dos últimos dois anos.”

A dívida pública, também, desceu para 89,7% do PIB, um dos valores mais baixos desde 2010. Isto significa que, em comparação com o tamanho da economia, Portugal deve menos. No entanto, existem outras áreas públicas que gastam mais do que recebem. É o caso da Administração Central, que continua em défice.

O 24Horas deixa-lhe agora as reações dos partidos da oposição e do governo da AD, composto por PSD/CDS.

Partido Socialista: “Governo não tem razões para estar satisfeito”
O vice-presidente da bancada do PS, António Mendonça Mendes, refere que o Estado “não está a responder” ao aumento do custo de vida e dos combustíveis e aconselhou “menos propaganda”: “É um resultado assente num saldo da Segurança Social que estava escondido, assente num aumento da carga fiscal e assente numa diminuição do investimento público.”

PCP: “Não aquece, nem arrefece”
Paulo Raimundo, secretário-geral do PCP, considerou que o excedente orçamental acima do previsto não vai “nem aquecer, nem arrefecer a vida” de quem trabalha: “Quem está com os salários até mil euros, quem está numa situação de precariedade (…), quem está a enfrentar neste momento um aumento brutal do custo de vida, que hoje é nos combustíveis e já se começa a sentir no gás, nos alimentos e por aí fora, diria que essa notícia não lhe vai nem aquecer, nem arrefecer a vida.”

PSD: “Isto é a antítese da austeridade”
O líder de bancada, Hugo Soares, enaltece o momento: “Os portugueses sabem o que custa um País viver em défice sucessivos e com dívida pública alta. Isto é a antítese da austeridade.”

Bloco de Esquerda: “O problema é o desequilíbrio…”
O líder parlamentar do Bloco, Fabian Figueiredo, defendeu que o governo tem de implementar medidas para ajudar a população: “O que fica evidente para todo o País é que o governo não toma medidas robustas […] se não quiser, porque não há problema com as contas públicas. Os cofres do Estado estão cheios, o problema é o desequilíbrio entre o cofre do Estado e o bolso dos portugueses.”

Iniciativa Liberal: “Não há motivos para celebrar”
Mário Amorim Lopes reforça que não existe ocasião para festejos quando o País enfrenta uma crise na habitação e quando o País recuou no PIB per capita a nível europeu: “Portugal parece estar a crescer, mas os portugueses não estão a sentir.”

CDS: “Grande rigor orçamental”
O presidente do grupo parlamentar e vice-presidente do CDS-PP, Paulo Núncio, aponta para um sucesso das políticas protagonizadas pelo governo. “Sobretudo, é um resultado que supera todas as previsões iniciais e as perspetivas pessimistas da oposição”, reforça, sem esquecer Mário Centeno: “Enganou-se, redondamente, nas previsões que fez.”

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