Frase do dia

  • “Paulinho é muito inteligente. Mas é preciso ter sorte para encontrar o seu lugar”, Roberto Martínez
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Carlos Moedas contratou um cozinheiro para o seu gabinete para “confecionar e empratar refeições com serviço de qualidade superior, adequado aos eventos institucionais promovidos pela presidência”.

O chef Pedro Miguel Cordeiro Marques vai receber 1.400 euros (1.722 com IVA) por mês segundo o contrato publicado no Portal Base. A contratação foi feita por ajuste direto, com duração de dois anos, com um valor total de 33.600 euros (41.328 com IVA).

A autarquia justifica este tipo de contrato dizendo que se trata de um trabalho independente, que exige competências técnicas e intelectuais específicas, bem como experiência profissional. Por isso, considera que não faz sentido usar qualquer forma de vínculo de emprego público.

No contrato assinado pelo vice-presidente da Câmara de Lisboa, Gonçalo Reis, a 27 de fevereiro, explica‑se que este apoio técnico especializado serve para responder a necessidades não permanentes do município. Com isto, o presidente da Câmara rompe com a prática dos últimos anos: até agora, eram os funcionários das cozinhas municipais que preparavam as refeições, incluindo as de eventos institucionais ou almoços privados dos membros do executivo.

A oposição na Câmara de Lisboa reagiu ao caso com críticas. “São tantos os tachos que era necessário alguém capaz de os manejar com superior destreza”, comentou João Ferreira nas redes sociais.

“Entretanto, nas escolas da cidade continuam a ser servidas refeições deploráveis, todos os dias”, lamentou o vereador do PCP. Já Ricardo Moreira, chefe de gabinete da vereadora do Bloco de Esquerda e ex-deputado municipal, escreveu que “Moedas é que sabe andar nisto, o Isaltino tem muito a aprender”.

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