Frase do dia

  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
  • “Para nós, argentinos, aquilo é um insulto normal de jogo”, Prestianni, sobre as bocas de Mbappé, no Estádio da Luz
Search

A digitalização do Estado angolano está a assumir-se como uma das principais alavancas de transformação estrutural do país, não apenas ao nível da eficiência administrativa, mas também enquanto instrumento de soberania e competitividade económica. Num artigo publicado no Jornal de Economia e Finanças, o presidente da Deloitte Angola, José Barata, defende que esta agenda ultrapassa a dimensão tecnológica, constituindo um eixo central da reforma do Estado e da modernização institucional. 

Segundo o autor, a aposta na transformação digital enquadra-se na estratégia política liderada pelo Presidente da República, João Lourenço, e está consagrada no Plano de Desenvolvimento Nacional 2023–2027, que identifica a digitalização como motor da diversificação económica e da melhoria da governação. Neste contexto, o papel do Instituto de Modernização Administrativa surge como determinante, ao permitir mapear processos, identificar falhas e preparar o terreno para uma transformação mais integrada e orientada para resultados. 

Um dos principais desafios apontados reside na fragmentação da Administração Pública, ainda marcada por “silos” institucionais que obrigam os cidadãos a desempenhar o papel de intermediários de informação. Para José Barata, a interoperabilidade — ou seja, a capacidade de os sistemas públicos comunicarem entre si — representa a reforma mais profunda em curso, sendo essencial para simplificar processos, reduzir custos e melhorar a experiência dos cidadãos e das empresas. 

A crescente modernização de Angola passa também por uma forte aposta na digitalização, defende osé Barata, o presidente da Deloitte Angola

A digitalização surge também como um fator decisivo para o ambiente de negócios, ao permitir acelerar licenciamentos, reforçar a previsibilidade regulatória e aumentar a eficiência fiscal. Num contexto de crescente competição internacional, a modernização tecnológica do Estado é vista como condição indispensável para atrair investimento estrangeiro e promover a formalização da economia. 

O artigo sublinha ainda a importância da valorização dos dados públicos, apontando para um futuro em que a utilização de ferramentas de inteligência artificial e analítica permitirá decisões mais informadas, antecipação de riscos e maior eficácia das políticas públicas. Um Estado orientado por dados será, segundo o autor, mais transparente, mais credível e mais capaz de responder aos desafios sociais e económicos. 

Contudo, José Barata alerta que a transformação digital não é apenas tecnológica, exigindo liderança política, coordenação interministerial, normas comuns, reforço da cibersegurança e capacitação dos recursos humanos. O verdadeiro teste, conclui, estará na execução: acelerar com ambição e disciplina será decisivo para construir um Estado mais eficiente, transparente e próximo dos cidadãos, consolidando a soberania tecnológica de Angola num mundo cada vez mais digital.

Recomendado para si