Frase do dia

  • “Frustração que os portugueses sentem não é a da Constituição, mas a do seu incumprimento”, António José Seguro
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A audiência com a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, realizada no Campus XXI, em Lisboa, não apaziguou os ânimos entre os presidentes do Sporting e do FC Porto. Pelo contrário. Frederico Varandas e André Villas-Boas saíram do encontro – separado – a disparar um contra o outro.

Varandas revelou ter apresentado “cinco casos concretos” à governante, incluindo o episódio do clássico de andebol no Dragão Arena, no último sábado, o alegado roubo de toalhas ao guarda-redes Rui Silva, os apanha-bolas a esconderem as bolas, a colocação de colunas junto aos adeptos do Sporting no estádio e, por fim, o caso de Fábio Veríssimo.

“O Sporting entendeu que era importante falar com o topo da pirâmide, porque, desde novembro, tiveram lugar vários acontecimentos que mancham a imagem do desporto nacional. Não faz parte do futebol roubar toalhas, esconder bolas, colocar uma armadilha na televisão”, atirou o líder leonino, perante os jornalistas, acrescentando: “Em Espanha, há presidentes de Liga e Federação muito duros. Aqui não, não se toca nos grandes.”

A seguir, Varandas mostrou-se ainda mais implacável com Villas-Boas: “Parece que há uma disputa entre Sporting e FC Porto, não há quezília nenhuma. O Sporting não tem problemas com nenhum clube. O que acontece é que um clube tem uma forma de estar que não encontro outro adjetivo que não miserável. Eu tenho de reagir, quem me dera a mim não intervir, mas se o presidente do Sporting não falar, fala quem?”

Depois, por sua vez, Villas-Boas considerou “raro e patético” existir uma reunião com a ministra sobre “cones, bolas e toalhas”, acusando Varandas de ter ido fazer “figurinhas”.

A guerra parece não ter um fim à vista. Em março, recorde-se, após a vitória leonina na meia-final da Taça de Portugal, o líder do Sporting chamou ao rival “mentiroso, pequenino e cobarde”. As declarações valeram-lhe uma suspensão de 20 dias. Antes disso, o clássico do campeonato em fevereiro gerou acusações de sabotagem, com os leões a queixarem-se dos apanha-bolas a esconderem bolas e o ‘roubo’ das toalhas ao guarda-redes.

O Governo, em comunicado, apelou à “atuação responsável” dos dirigentes, sublinhando que a avaliação dos factos compete às instâncias disciplinares das federações.

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